
Se você ainda acha que Barack Obama é a melhor opção para ser presidente dos Estados Unidos, gostaria que reconsiderasse com o que vou relatar a seguir. O senador por Illionois classificou a possível venda da Budweiser ao grupo belgo-brasileiro InBev como uma “vergonha” durante visita nesta segunda-feira, 7, a sede da empresa em St. Louis, no Missouri . É claro, que ser brasileiro conta negativamente neste texto, mas vai muito além disso. Mostra o nível de provincialismo do democrata e – para quem têm visão crítica suficiente – abre também uma janela para mostrar como ele vai comandar a Casa Branca. Como declara publicamente, vai manter, ou até aumentar, subsídios e – porque não – criar mais barreiras para proteger o mercado interno americano. Já foi claro que vai ser assim com o Etanol Brasileiro. A verdade é que isso seria aceitável para muitos lugares do mundo, mas não para os EUA, que espalha suas marcar pelo mundo afora e que tem um PIB quatro vezes superior ao segundo colocado (que é o Japão). Protecionismo e populismo não combinam com a natureza americana.
Voltando a Budweiser, que recebeu uma oferta não-solicitada dos brasileiros, o virtual candidato negro disse que a Anheuser-Busch (que fabrica a Bud) deveria ser comprada, se fosse o caso, por outro conglomerado americano. A frase dele foi: “Eu acho que seria uma vergonha se a Bud fosse de um proprietário estrangeiro”. Eu acho uma vergonha ter um presidente com comportamento xenofóbico, prepotente e despreparado. Concordo com oque disse Bill Clinton antes de Hillary Clinton, sua esposa, ser vencida pelo senador de Illionois para indicação do partido: “Obama é um risco”.
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