A cada dia me convenço que o senador republicano John McCain é a melhor opção nas eleições estadunidendes deste ano tanto para os americanos, quanto para os brasileiros. E com Hillary Clinton “lógicamente” fora da disputa, as chances dele conquistar a Casa Branca só aumentam. A “manutenção” do Partido Repúblicano no poder, alardado na campanha não ser mero continuísmo do colega George Bush, pode trazer imensos benefícios para os EUA, especialmente em relação ao Iraque. O americano médio acredita que as guerras do Iraque e do Afeganistão assustaram os terrorista da Al Quaeda, ou seja, o retorno das tropas crêem esses cidadãos podem causar um novo atentado em território americano. Nessa área, Barack Obama também têm apoio popular pelo motivo emocional inverso, que é o retorno dos soldados da guerra para casa. No final, pensem a partir desta lógica: as opções ficam entre os filhos da america orgulhasamente lutarem em um guerra cada vez estável (a custo de bilhões de doláres) ou um novo atentado como o 11 de setembro. Qual você acha que será a escolha da população?. Além do mais, o nome Barack Russein Obama e a raça negra do mesmo causa imensa rejeição entre os eleitores brancos de áreas rurais e urbanas da classe média.
Em relação ao Brasil, McCain também deve ser melhor. O senador apóia decisão de Bush em vetar a “Farm Bill”, um pacote com prorrogação de subsídios para agricultores locais e sobre-taxas para importações agrículas, aprovada pelo Congresso de maioria democrata deste país. McCain já declarou ser contrário a qualquer tipo de subsídio e sob seu governo a taxação do etanol brasileiro tem grandes chances de cair, “arregaçando” o mercado bilionários dos biocombustíveis dos EUA para alcóol brasileiro. A medida é durante crítica por Obama, e Hillary, que defendem a linha socialista de que a “farm bill” é responsável pela manutenção de empregos e evita que os fazendeiros quebrem. Nesse ponto há duas considerações: as preocupações democratas não são das mais erradas em defender os agricultores, mas o dumping criado pela legislação americana vai contra o processo de globalização (criado em boa parte pelo capitalismo americano) e cria deformações gigantes para os produtores locais, os tornando cada vez menos competitivos globalmente.

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